Parceiro: CNH2.

Autores: Felix Garcia-Torres, Carlos Bordons, Javier Tobajas, Rafael Real-Calvo, Isabel Santiago, Stephane Grieu.

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Este artigo apresenta uma estrutura estocástica para a otimização de microrredes que tem a funcionalidade de fornecer serviços de flexibilidade aos Operadores do Sistema (SO) considerando as incertezas na previsão de energia. A metodologia é desenvolvida com o objetivo de ser aplicada a microrredes complexas compostas por diferentes recursos energéticos distribuídos e sistemas híbridos de armazenamento de energia (ESS). O problema de otimização associado funciona em duas fases: a primeira realiza uma otimização estocástica da microrrede a fim de reservar uma capacidade de regulação ascendente/descendente para lidar com as incertezas da previsão energética da microrrede. Os diferentes dispositivos de microrrede são otimizados tendo em conta os seus custos operacionais, a fim de alcançar o seu funcionamento ótimo no Mercado para o dia seguinte (DM). A segunda fase é utilizada para reprogramar o planeamento inicial de acordo com o pedido de sinal e uma oferta económica da SO. O problema de controlo é desenvolvido utilizando técnicas de Controlo Preditivo dos Modelos Estocásticos (SMPC) e Programação Quadrática Inteira Mista (MIQP), devido à presença de variáveis lógicas, inteiras, mistas e probabilísticas. Os resultados da simulação mostram que a metodologia proposta reduz o risco de sofrer desvios de penalização ascendente/ descendente no Mercado de Serviços de Regulação (RM), podendo também fornecer serviços de flexibilidade às SO, apesar de estarem sujeitas a incertezas na previsão energética realizada para a microrrede.

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